Benefícios fiscais e engenharia tributária
Identificação, análise e estruturação de oportunidades tributárias, com foco no aproveitamento lícito de incentivos e regimes fiscais aplicáveis às operações da empresa.

Direito tributário estratégico
Assessoria jurídica especializada para empresas, com foco em soluções que geram valor para o seu negócio.
Rio de Janeiro · RJ
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Identificação, análise e estruturação de oportunidades tributárias, com foco no aproveitamento lícito de incentivos e regimes fiscais aplicáveis às operações da empresa.

Estratégias jurídicas para regularizar passivos tributários, com análise das modalidades de negociação disponíveis e das alternativas para a sustentabilidade fiscal e financeira da empresa.

Representação e defesa dos interesses da empresa em controvérsias tributárias e empresariais, com atuação técnica e estratégica nas esferas administrativa e judicial.

Representação institucional para empresas, associações, sindicatos e entidades de interesse coletivo, na interlocução com os órgãos públicos, incluindo o acompanhamento e o monitoramento de demandas e a proposição de alterações normativas.

Análise e acompanhamento da produção legislativa e normativa, com a avaliação dos impactos jurídicos, tributários e econômicos sobre empresas e setores produtivos.

Assessoria jurídica para a análise de operações, a estruturação tributária e a avaliação de riscos e oportunidades da atividade empresarial, inclusive em setores de maior complexidade regulatória.

Representação em matéria tributária para a solução de demandas junto ao fisco estadual, federal ou municipal, com o encaminhamento técnico de consultas, pedidos e processos administrativos, e o acompanhamento até a resposta do órgão.

Assessoria e consultoria para que as empresas se adaptem à alteração do sistema tributário, com a análise dos impactos da transição para o IBS e a CBS nas operações, nos contratos, nos preços e na rotina fiscal.

Contencioso e passivos tributários
O caminho de um auto de infração, etapa por etapa, e o ponto em que o escritório entra em cada uma.
Tudo começa por uma intimação, uma notificação ou um pedido de documentos. É nesse momento que a empresa ainda conduz a explicação: o que entregar, em que prazo e com qual fundamento.
O escritório: confere a intimação, organiza os documentos e conduz a resposta, sem improviso.
O auto formaliza a exigência do tributo, da multa e dos juros. A partir da ciência, passa a correr o prazo para a defesa, que costuma ser de 30 dias e varia conforme o ente e o tributo.
O escritório: confere o prazo, os valores e os fundamentos do auto antes de qualquer medida.
A impugnação contesta o auto com fundamentos jurídicos e provas. Em regra, a defesa administrativa apresentada no prazo suspende a exigibilidade do crédito (CTN, art. 151, III).
O escritório: prepara a impugnação com as teses e as provas certas, dentro do prazo.
O julgamento administrativo examina a defesa. Perícias, diligências e sustentação oral podem fazer parte dessa etapa, conforme o rito de cada órgão.
O escritório: acompanha o processo, apresenta memoriais e faz a sustentação oral quando cabível.
Mantido o crédito, cabe recurso ao órgão colegiado de julgamento, como os conselhos de contribuintes ou de recursos, conforme o ente. É a instância em que a tese técnica mais pesa.
O escritório: elabora o recurso e atua nas sessões de julgamento.
O caminho pode terminar no cancelamento do auto, em uma transação tributária ou em um parcelamento, quando fizer sentido para a empresa. Se houver inscrição em dívida ativa, entram a discussão judicial e a oferta de garantias.
O escritório: define com a empresa a saída mais segura, com os riscos de cada caminho explicados.
Compromisso
CRESCIMENTO · ESTRATÉGIA · SEGURANÇA
Seu setor, sua pauta
Escolha o setor e a pauta. O escritório mostra quais frentes entram em campo, por onde começar e o que costuma pesar no seu setor.
Escolha uma pauta para acender as frentes
Quando você escolher a pauta, as frentes e os primeiros passos aparecem aqui, junto com o que costuma pesar no setor da empresa.
Escolha o setor da empresa para ver os pontos de atenção que mais aparecem nele.
Operações com regulação própria, ICMS em operações interestaduais e regimes especiais exigem a leitura conjunta da norma tributária e da regulação.
Créditos, diferimentos e incentivos ligados à produção e à industrialização, e a conformidade de quem já usa benefícios.
Tributação na importação, ICMS-ST e a logística de entrada e saída de mercadorias entre estados.
ICMS-ST, apuração de créditos e o volume de obrigações acessórias, que ampliam o risco de autuação.
Contratos de longo prazo, operações entre estados e a transição da reforma tributária sobre o consumo.
Vendas interestaduais ao consumidor final, marketplaces, créditos de insumos e de logística, e o impacto da reforma tributária sobre o varejo digital.
Cada setor tem as suas regras e os seus riscos. A conversa começa pelo que a sua empresa faz.
Publicações
Artigos do escritório sobre os temas que mais pesam na rotina tributária das empresas. Escolha um tema e leia aqui mesmo.
A transição para o IBS e a CBS é gradual, mas as decisões que dependem dela já estão sendo tomadas. Veja o que mapear primeiro.
A negociação prevista em lei pode reduzir encargos e alongar prazos, mas depende de diagnóstico. Nem todo débito deve ser negociado.
O prazo começa a correr a partir da ciência do auto. Conferir data, valores e fundamentos logo no início evita perdas sem volta.
Incentivo fiscal bem usado reduz custos, mas exige amparo legal e cumprimento das condições. A conformidade protege o benefício.
Consultas, regimes especiais, restituições e certidões: demandas bem conduzidas junto às Fazendas evitam atrasos e litígios.
Associações, sindicatos e empresas também podem levar propostas técnicas aos órgãos públicos e acompanhar mudanças normativas.
Conteúdo informativo, sem caráter de aconselhamento. Cada caso tem particularidades e precisa ser analisado individualmente.
A Emenda Constitucional 132/2023 criou um novo modelo de tributação do consumo, com a substituição gradual de tributos como PIS, Cofins, ICMS e ISS pela CBS e pelo IBS, ao lado do Imposto Seletivo. A transição se estende por vários anos e, justamente por isso, a adaptação não deve esperar o fim do período.
O primeiro passo é mapear as operações: quais tributos incidem hoje, em quais produtos e serviços, com quais benefícios e regimes especiais. Esse mapa mostra onde o novo sistema altera o crédito, o preço e o fluxo de caixa da empresa.
Em seguida, vale revisar os contratos de longo prazo, que podem depender da carga tributária da época em que foram assinados, e conferir sistemas e obrigações acessórias, que precisarão acompanhar as novas regras. Os benefícios fiscais existentes também merecem atenção, porque a transição trata cada um de forma própria.
Quem mapeia cedo decide com tempo: preço, contrato e planejamento deixam de ser reação e passam a ser estratégia.
A transação tributária é a negociação, prevista em lei, entre o contribuinte e a Fazenda para encerrar ou prevenir litígios. Na esfera federal, ela é regulada pela Lei 13.988/2020, e estados e municípios podem ter regras próprias.
Em geral, as condições envolvem descontos sobre multas, juros e encargos, e não sobre o valor principal, prazos mais longos de pagamento e, conforme a modalidade, a análise da capacidade de pagamento do contribuinte. Cada edital ou proposta traz requisitos e limites específicos.
Antes de aderir, o diagnóstico precisa separar o que deve ser negociado do que merece ser discutido em defesa, porque um débito com tese sólida pode custar menos se contestado do que se parcelado. A decisão deve considerar valores, prazos, garantias e o fluxo de caixa da empresa.
Negociar bem começa por saber o que realmente se deve e o que se pode discutir.
O auto de infração formaliza a exigência de tributo, multa e juros. A partir da ciência do contribuinte, começa a correr o prazo para a defesa administrativa, que costuma ser de 30 dias, mas varia conforme o ente e o tributo.
A impugnação apresentada no prazo suspende a exigibilidade do crédito tributário (Código Tributário Nacional, art. 151, III). Por isso, a primeira providência é conferir a data da ciência, o prazo aplicável, os valores cobrados e os fundamentos indicados pela fiscalização.
Também é o momento de reunir documentos e provas, porque a defesa administrativa é a oportunidade de apresentar elementos que podem não ser aceitos mais adiante. Receber o auto e agir em poucos dias costuma fazer diferença no resultado.
O primeiro passo não é pagar nem esperar: é conferir o prazo e organizar a defesa.
Incentivos, regimes especiais e créditos presumidos podem reduzir de forma lícita a carga tributária de uma empresa. No caso do ICMS, a concessão de benefícios depende de deliberação dos estados, na forma de convênios, o que torna essencial conferir o amparo de cada incentivo.
Ter o benefício não basta: as condições assumidas, como investimentos, empregos, regularidade fiscal e obrigações acessórias, precisam ser cumpridas e documentadas. O descumprimento pode levar à perda do incentivo e à cobrança do imposto, com multa e juros.
Uma revisão periódica de conformidade identifica riscos antes da fiscalização e permite corrigir o rumo com custo menor. Em operações novas, a análise prévia mostra quais incentivos se aplicam e em que condições.
Benefício fiscal é um ativo da empresa: precisa de amparo, de controle e de revisão.
Boa parte da rotina tributária de uma empresa passa por pedidos ao fisco: consultas sobre a interpretação da norma, regimes especiais, restituição ou compensação de valores, parcelamentos e certidões. Cada Fazenda, estadual, federal ou municipal, tem rito, prazos e canais próprios.
Conduzir essas demandas com técnica significa formular o pedido com fundamento, instruí-lo com a documentação correta e acompanhar o processo até a resposta, registrando prazos e eventuais exigências. Um pedido mal instruído costuma voltar com exigências ou ser indeferido.
Quando a resposta não resolve, o caminho pode seguir para o recurso administrativo ou para a discussão judicial. Entender cedo qual é a via mais adequada economiza tempo e custo.
Relacionamento com o fisco é, antes de tudo, método, documento e prazo.
Mudanças em normas tributárias afetam setores inteiros, e a voz de empresas, associações e sindicatos pode contribuir para que a regra seja clara e aplicável. A representação institucional organiza essa participação de forma técnica e transparente.
Na prática, ela envolve monitorar projetos de lei, decretos e atos normativos, avaliar o impacto para o setor, elaborar notas técnicas e propostas de alteração normativa e acompanhar a demanda nos órgãos competentes, sempre por vias legais e institucionais.
O acompanhamento contínuo permite que a entidade seja ouvida enquanto a norma ainda está em discussão, quando as contribuições têm mais efeito.
Participar cedo da discussão normativa é mais eficiente do que reagir à regra pronta.
O escritório
Sócia · Direito Tributário e Empresarial
Quem contrata um escritório tributário quer saber quem conduz o caso, qual é o risco e qual é o próximo passo. No Ataide Advogados, a resposta vem de uma estratégia pensada para a empresa, e não de um modelo pronto.
O Ataide Advogados é uma advocacia boutique de Direito Tributário e Empresarial, conduzida por Thayane Ataide. O escritório reúne consultoria, contencioso, relações institucionais e acompanhamento legislativo para apoiar decisões empresariais complexas, sempre por vias legais e transparentes, com linguagem clara, atenção aos prazos e sigilo profissional.
Experiência na condução de demandas e na busca de soluções pela via administrativa e institucional.
Equipe especializada em contencioso tributário e empresarial, com atuação coordenada e visão estratégica.
Análise orientada às particularidades de cada empresa e de cada setor.
Consultoria, contencioso, relações institucionais e acompanhamento legislativo em uma única estratégia.
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Cinco perguntas montam a ficha, que segue pronta para o WhatsApp do escritório. Você não precisa de termos jurídicos, só contar o que está acontecendo.
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Conte a situação da empresa e envie os documentos. O escritório confere os prazos e explica os caminhos possíveis, com os riscos de cada um, antes de qualquer decisão.
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As respostas são informativas. Cada caso tem particularidades e precisa ser analisado individualmente.
É a negociação, prevista em lei, entre o contribuinte e a Fazenda para regularizar débitos, com condições como descontos, prazos e garantias. As modalidades e os requisitos variam conforme o ente federativo e a situação da empresa, e por isso o primeiro passo é um diagnóstico do passivo.
Em regra, sim. A defesa administrativa apresentada no prazo suspende a exigibilidade do crédito tributário (CTN, art. 151, III). O prazo e o rito variam conforme o ente e o tributo, então é importante enviar o auto assim que for recebido para conferir a data limite.
Depende da atividade, do estado e das operações da empresa. A análise mapeia o regime tributário atual, identifica os incentivos e regimes especiais aplicáveis e avalia os riscos e as condições de adesão e manutenção, para que o aproveitamento seja lícito e seguro.
A reforma sobre o consumo (Emenda Constitucional 132/2023) prevê uma transição gradual para o IBS e a CBS. Na prática, convém mapear desde já o impacto nas operações, nos contratos e nos benefícios existentes, para decidir com antecedência e acompanhar as normas regulamentadoras.
Há modalidades de negociação previstas em lei, que variam conforme o ente e a situação da empresa, inclusive com análise da capacidade de pagamento. Também é possível discutir a cobrança, quando houver fundamento. O escritório avalia o que negociar e o que defender.
Pelo WhatsApp: você conta a situação da empresa e envia os documentos pelo celular. O escritório confere os prazos e os valores e explica os caminhos possíveis, com os riscos de cada um, antes de qualquer decisão. Tudo é tratado com sigilo profissional.
Sim. O escritório fica no Rio de Janeiro e atende empresas de outros estados, inclusive de forma remota, com envio de documentos e reuniões online.